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Maconge Continuidade   Berco do Reino

O Reino de Maconge é um Reino Ideal, de Lenda, de Sonho, de Fantasia e de Fraternidade, sem limites territoriais - estende-se a todas as regiões e locais onde se encontre um Macongino e, nestes "ilimites" geográfico-romântico-sentimentais, tem como principal e inalienável substrato, o Coração e a Saudade de todos os seus súbditos.

[da CONSTITUIÇÃO DO REINO]

 

Rei de Maconge

 

Sua Majestade o Rei de Maconge

D. Caio Júlio César da Silveira IV

Primeiro e único Rei de Maconge, desde a sua fundação, em 1939. Em 22 de Maio de 1977 Ausentou-se para Parte Incerta.

[O QUE É O REI DE MACONGE]

Com o Rei Ausente em Parte Incerta, houve que assegurar a continuidade do Reino de Maconge

D_Mario

Nas Cortes Gerais de Coimbra de 28 de Maio de 1978, o Vice Rei e Grão Duque do Lubango D. Mário Saraiva de Oliveira, foi aclamado por unanimidade como Rei. No entanto, em atitude idealista, como lhe era característico, decidiu que continuaria a ser Vice-Rei e D. César permaneceria, embora em parte incerta, como Rei..

D. Mário ficou assim na história como I Vice-Rei de Maconge.

Foi D. Mário Saraiva de Oliveira I que tomou sobre os seus ombros a ingente tarefa de continuar o espírito de Maconge no exílio, no chamado "ultramar europeu".

Uma odisseia que D. Mário deixou escrita, como legado a todos os maconginos:

[A ERA EUROPEIA DE MACONGE]


Depois de mais de 20 anos de reinado, D. MárioII VICE REI Saraiva de Oliveira Ausentou-se para Parte Incerta em 10 de Março de 1998.

Em 25 de Agosto desse ano foi eleito o Grão-Duque de Mocolocolo, investido como II Vice-Rei de Maconge, D. Olavo Nóbrega Machado Godinho.

Iniciando o seu mandato sob a égide da Constituição de 1993, D. Olavo I tomou como primeira tarefa a adaptação de Lei Fundamental aos novos tempos. Nasceu assim a Nova Constituição, aprovada nas Cortes Gerais de 29 de Maio de 1999.

[CONSTITUIÇÃO DE 1999]

No dia 18 de Janeiro de 2003 foram solenemente inaugurados por Sua Majestade o II Vice-Rei D. Olavo I, os Reais Paços de Maconge, na Cidade-Berço.

Sede Maconge

Implantado em pleno coração do Parque de Nossa Senhora do Monte, o edifício-sede de Maconge começou por ser um pequeno pavilhão. Ainda no período colonial, passou a sede na Huíla do CITA - Centro de Informação e Turismo de Angola.

Mais tarde, numa visita ao Lubango do II Vice-Rei D. Olavo I, acompanhado por Sua Eminência o "Cardial" D. Adrega I, (visita que a foto documenta), ReaisPacos_pequenoiniciaram-se os contactos para a cedência do edifício então em ruína.

Mas foi em 1998, na visita ao Lubango de Sua Majestade o I Vice-Rei D. Mário Saraiva de Oliveira I, quando era Governador da Província da Huíla o Macongino D. Kundy Payhama, que foram accionados os mecanismos legais para a sua cedência efectiva.

Seguiram-se quatro anos de trabalho intenso por parte de um grupo de maconginos residentes em Angola, que angariaram os meios, em dinheiro e materiais, a que juntaram alguns contributos de maconginos exilados no Ultramar Europeu.

[FOTOS DA INAUGURAÇÃO DOS REAIS PAÇOS NO LUBANGO]

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30-01-2010 - Grão-Ducado do Lubango
27-02-2010 - Sobado de Aveiro
24-04-2010 - Sobado de Lisboa
29-05-2010 - Sobado do Seixal
26-06-2010 - Sobado de Santo André
28-08-2010 - Grão-Ducado do Lubango
25-09-2010 - Sobado de Leiria
30-10-2010 - Sobado de Portimão
27-11-2010 - Sobado do Porto
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HINO DE MACONGE
     
Viva a Malta de Maconge
Viva a Malta sempre fixe
Quem não pensa como nós
Que se mate, ou que se lixe!
               ...lixe, lixe!...

VideoBenção do Vinho pelo Cardial D. Adrega I -  (condição sine qua non para que o vinho possa ser consumido em cada ceia): "Ut Bencium quod oculis Majestatis indignus. Obuli tibi cit aceptabilis". À mãe!

 
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O Aeroporto Internacional do Lubango, implicou a constru-ção da auto-estrada Mucanca-Lubango. Estava assim no final de Agosto de 2009

A saída da cidade para o aeroporto tem outro aspecto: os prédios foram pintados, conferindo um ar alegre e moderno ao Lubango.

Não foi por acaso a escolha de cores quentes e garridas para as fachadas dos prédios que ladeiam a Avenida do Aeroporto.

Como o Lubango é uma cidade de Luz e Sol, que melhor que estas cores para receber os visitantes à entrada do núcleo urbano?

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